CIRURGIA PEDIÁTRICA

CIRURGIA PEDIÁTRICA

Cirurgia pediátrica é uma especialidade médica que trata crianças que possam necessitar de algum tipo de tratamento cirúrgico. A faixa etária de atendimento vai do recém-nascido até 18 anos. As doenças podem ser congênitas, ou seja, malformações que as crianças já nasceram com elas, ou doenças adquiridas, bem como tumores. O cirurgião pediátrico trata casos dos aparelhos digestivo, urinário, pulmonar e vias aéreas, além de casos da cabeça e pescoço e membros.

PRINCIPAIS DOENÇAS

Hérnia inguinal é uma doença congênita muito frequente na criança. É causada pelo não fechamento de um canal que comunica o abdome ao  escroto, que normalmente se fecha espontaneamente  no final da gestação. A persistência desse canal, se for calibroso, pode propiciar a passagem de uma víscera do abdome para a região inguinal ou inguinoescrotal (vide figura abaixo).

Apresenta-se clinicamente como um caroço na virilha, que pode alongar-se até o escroto, mais comum quando a criança chora ou faz algum esforço físico.

O tratamento da hérnia inguinal é sempre cirúrgico, pois pode haver o encarceramento da hérnia, ou seja, o conteúdo herniado (normalmente o intestino) pode ficar preso na região inguinal. Trata-se de evento potencialmente grave. Por isso, para evitar o encarceramento da hérnia, deve-se operar todo caso de hérnia inguinal na criança, independente da idade.

O tratamento cirúrgico da hérnia inguinal é feito sob anestesia geral, e é um procedimento corriqueiro para o cirurgião pediátrico. A criança normalmente recebe alta no mesmo dia da operação.

Trata-se de doença congênita comum na criança, e relaciona-se a persistência de um canal que comunica o abdome ao escroto (no menino) ou ao grande lábio (na menina). Esse canal (conduto peritoniovaginal) normalmente se fecha no final da gestação. Se permanecer aberto, e for fino, pode propiciar a passagem de liquido do abdome para a região inguinal, escroto ou grande lábio (hidrocele comunicante). Pode ocorrer o acúmulo de liquido no escroto, mesmo depois de fechado o conduto (hidrocele não comunicante) (vide figura abaixo).

hidrocele

É mais comum nos meninos, e clinicamente apresenta-se como lesão escrotal cística, sem a presença de caroço na virilha. Se for caso de hidrocele comunicante, a hidrocele é mais evidente no final do dia.

A conduta na hidrocele é conservadora nos 2 primeiros anos de vida, pois existe boa possibilidade de haver melhora espontânea. A partir dessa idade há menos chance da hidrocele se resolver, e por isso, a partir dos 2 anos de vida o tratamento é cirúrgico. Obviamente que existem peculiaridades e exceções, que só o cirurgião pediátrico pode definir.

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Apendicite aguda é uma processo que acomete o apêndice cecal, que encontra-se no início do intestino grosso (vide figura abaixo). É a principal causa de tratamento cirúrgico na urgência na criança, e pode ocorrer em qualquer faixa etária.

apendicite

Existem algumas situações que se consegue definir a causa da apendicite, mas na maioria dos casos não se consegue saber porque ocorre a apendicite.

Inicialmente ocorre uma inflamação no apêndice cecal, e na sequência há sofrimento da sua parede, e consequente infecção. Caso não haja o tratamento em tempo hábil, pode haver perfuração do apêndice e extravasamento de conteúdo fecal na cavidade abdominal, que pode acarretar em abscesso localizado ou até mesmo em secreção purulenta difusa no abdome.

A apresentação clínica da apendicite aguda é muito característica, e consiste em: inicialmente dor abdominal em cólica; posteriormente acompanhada-se náusea e vômitos; na sequencia, a dor localiza-se no quadrante inferior direito do abdome; depois pode ocorrer febre; e por fim, progressão da dor para todo andar inferior do abdome ou  até mesmo dor difusa em todo abdome.

O diagnóstico é eminentemente clínico. Caso haja dúvida no diagnóstico, pode-se manter a criança em observação para reavaliações clinicas, pois o quadro pode ficar mais evidente, ou solicitar ultrassonografia do abdome.

O tratamento é sempre cirúrgico, e de urgência. O ideal é operar  a criança numa fase mais precoce. Obviamente, que se a criança estiver bem, e em fase inicial, não se justifica realizar a cirurgia no meio da madrugada.

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